1, 2, 3...1, 2, 3. a casa é a mesma, o tabuleiro está postos sob a mesa da sala, as luzes levemente apagadas, os jogadores, somente eu e ele, nao consigo olhar firmemente em seus olhos, ja que sao feitos de farsas e mentiras. o dado rodou, e a sorte entao veio, andei mais 3 a frente : ' volte mais 5 casas '. as voltei.,:' nao importa de onde veio, mas sim para onde vai ', okay. legal, entendido, anotado até, a questao é, PARA ONDE MESMO EU VOU?, ando me perguntando todas as noites antes de dormir, até mesmo para as paredes do meu quarto, estas que guardam segredos jamais imaginados, e as mesmas que nao me sabem responder algo tão.... simples. eu nao faço apostas, eu jogo o que tenho, e se tenho, mas ultitamente ando jogando é mesmo com meu destino,ando tentando distraí-lo de que eu ainda estou aqui, tenho me tornado uma ideal farsante nesse divertido jogo, pois tal quer me levar a momentos que talvz agora eu nao os queira, mas quem sabe em poucos dias.
meu destino é tao incerto quanto uum jogo de azar, por isso nao me venha com desulpas pra eu ser racional, eu so ando jogando, me esquivando, e quem sabe talvez esteja até melhorando.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
o tempo rodou num instante.
ele desce as escadas da sua antiga casa, onde hoje, so habita com ele suas fotos e as lembranças guardadas com carinho no lado esquerdo do peito. os sons que ouve nao sao mais os gritos de seus filhos , e sim o canto do sabiá que anuncia o termino do dia, ou do grilo, que traz um indicio de sorte. ele continuar a descer, mas sempre se segurando no corrimao, pois agora seus joelhos sao tao frageis quando uma peça de porcelana, e sua força ja nao é mais tao incrivel, segura-se com força, como que se tivesse formando raizes, raizes aos poucos... o estalo no degrau abaixo, soa como um estrondo nas paredes daquela velha construção, vai da cozinha ate os quartos, ate os banheiros, predomina todo o ambiente, com um brilhante efeito sonoro. o enfeite na janela treme, e as janelas se abrem , levadas pelo vento que acabara de bater intensamente nos espaços vazios daquela casa, a cortina se balança, como um movimento divino e sutil, no qual chega a ser admiravel, o vento entra pela casa, o vento pass por entre seu corpo, seus dedos, seus fios de cabelo, o vento passa e leva consigo o sorriso, as dores... o vento passa e com este, ele se vai....
placebo.
ta ai, ingeri. quanto tempo demora pra fazer efeito? o efeito no qual eu tento espero, e na verdade, essa droga nao passa de algo fantasiado por mim mesma, pra que possa passar uma dor, que nem ao menos sei como começou, nem onde, e nem como vai parar... mas é, ingeri de forma que me fizesse mais forte (relativamente mais forte), o que nao quer dizer, que a dor va passr, porque definitivamente nao vai. essa droga, nao ha nenhum componente quimico, so ha nela, a esperança de alguma mudança, talvez envolva um pouco de fé, eu ainda nao sei ao certo... mas definitivamente efeitos colaterais ela nao ira provocar, mas é, eu to indo na certeza de que havera alguma vasta mudança, mesmo que so seja criada em meu mundinho um tanto quanto meu, onde eu sou sim egoista, e só penso no meu bem-estar. e o amor que voce tanto me falava? acho que foi tao em vao quanto uma cartela de placebo comprado em algum lugarzinho nojento nas ruas insanas desse lugar que chamamos de ' cidade natal ', teu amor é tao placebo quanto a susposta medicação, pois não há nada nele, a nao ser palavras jogadas ao vento, e levadas em segundo pra longe de mim... nao ha nada nele, assim como a droga, nao ha nada!
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