sábado, 25 de setembro de 2010

se eu disesse ao mundo, que eu não sinto muito? seria muito , extremamente egoísta da minha parte? ou seria igual ao que todos os outros a meu redor vivem fazendo? eu, sinceramente, não sei. quem olha pra mim, me vê parada, no meio de uma estrada com apenas DOIS caminhos, e sem linha de chegada. eu to parada ali na frente. parece que a chuva ta caindo sob meus braços, e eu tentando nao me molhar, nem sei mais como eu consigo isso, alias, nem sei se eu estou conseguindo. não queria mais ter que me enganar, mas acho que a sua forma de me iludir me faz tão bem que eu fingo a meu próprio amor que tudo está na paz, e finalmente bem.
eu to é cansada de falar de amor, de respirar paixão e de derramar minhas miseras lágrimas todas as noites, quando o som da minha alma fica mais evidente, e o barulho tortuoso dos carros e das pessoas circulando durante o dia, some, em uma fração de segundos, quando a luz da lua vem invadir parte do meu colchão. tudo em mim está pedindo trégua, até minha subjetiva está pedindo trégua, até isso pede trégua. se eu realmente for parar pra pensar, onde isso tudo vai dar? esse monte de asneiras, e de eu te quero tanto, que o meu tanto nao parece ser o seu tanto assim. isso é paixão, e é tao efemero quanto todas as outras... é so questao de dar tempo pro meu DESAPEGO.

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